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Meu perfil BRASIL, Sudeste, RIO DE JANEIRO, OSWALDO CRUZ, Mulher, de 20 a 25 anos, Música, Saúde e beleza ICQ - 162622745 |
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Carnaval. Época de liberar e fazer tudo que normalmente não teríamos coragem pra fazer. E era exatamente isso q Luciana pensava. Aproveitaria o carnaval, em que estaria longe de sua consciência externa (diga-se Babi) pra fazer algo muito louco.
Juntou-se com as amigas faveladas, e saíram pelos carnavais de rua. Num desses, encontraram os peões que trabalhavam na obra da casa dela. Ela bem que já vinha dano mole pra um deles, o Davi, mas naum rolara nada por causa do medo que ela tinha do pai, por causa das outras amigas q achavam um absurdo ela se interessar pelo pedreiro. “Isso é bem típico seu, gosta de lixeiros, pedreiros, caixoteiros e afins, hahahahahah” debochara Babi, uma vez. E agora ela estava ali, sem pai, nem Babi, nem Dani nem ninguém que pudesse zoar com a cara dela.
Davi chegou em cima dela, com aquele papinho de “poxa, to afinzão de você...será que não tem condição da gente ficar?” (eca!). Ela tava fazendo charminho, e disse q talvez mais tarde, quem sabe. Enquanto falava com ele, reparou em um menino, olhando pra ela. Era amigo dos garotos, mas esse ela não conhecia. Meio feinho, pensou, mas dá pro gasto também. E ele tava de olho nela.
Saiu pra se divertir, dançar um pouco, e quando voltou, Davi já não estava mais lá, tinha ido passear em outros carnavais de rua, e deixara ela de pista. “Isso que dá ficar de charme, me ferrei.”. Olhou ao redor, e quem estava lá fazendo sinais pra ela? O carinha que ela não conhecia, amigo de Davi.
-Posso falar com vc? Rapidinho.
-Pode, claro.
-Qual seu nome?
-Luciana, e o seu?
-Alessandro.
-Vc é amigo do Davi né?
-Sou sim...Mó babaca, saiu e te deixou de pista. Melhor pra mim, assim você fica comigo.
Espantada com a objetividade dele, ela falou:
-Vcs não são amigos? Como assim?
-Por vc minha preta, acabo com a minha amizade com ele.
Nem precisou de muito papo, começaram a se beijar. O clima foi esquentando, efeito do álcool, e mão aqui, mão ali, boca acolá.... “Que tal irmos pra um lugar mais vazio, onde a gente possa ficar só os dois?” “Não sei, vamos procurar?”
E saíram a procurar um lugar mais reservado. Andaram uns quinze minutos e acabaram chegando a uam rua mais deserta. Entraram na rua e acharam um canto beeeeeeem escuro, onde se enfiaram. Recomeçaram os amassos, e a coisa foi esquentando, cada vez mais. Até que ele puxou uma camisinha e perguntou se ela tava afim. Ela obviamente não havia contado a ele um pequeno detalhe, que ela era virgem. Mas como era a última entre as “amigas” dela, resolveu encarar. “Toh sim”.
Ele colocou a camisinha, e tentou. “Meio apertado, né?” Ela ignorou, enquanto ele continuava tentando, até que foi. Mas a parada foi tão rápida, que antes que ela pudesse sentir dor, já tinha acabado. “Só isso? Pensei q fosse demorar mais...”
Depois do trabalho feito, ele tirou a camisinha e ficou pálido. Ela olhou bem pra ele e perguntou se havia algo errado. Ele mostrou a camisinha pra ela, e ela não entendeu nada. “Ta uma camisinha, toh vendo. E daí?”. “E daí? Olha bem Lu, ta furada!”
Continua....